quinta-feira, outubro 20, 2011

Discriminar é viver

Ao contrario do mantra socialista, ninguém é igual, todos são diferentes. Cada indivíduo é absolutamente diferente do outro e essa é a grande beleza da humanidade. Gosto - como diz o ditado - é como orifício anal, cada um tem o seu. Gostar ou não de uma pessoa é uma escolha pessoal e cada um tem seus afetos e desafetos. Escolher uma pessoa em detrimento de outra é discriminar e isso não é por si só nenhum problema ético ou moral, é natural.

Infelizmente os socialistas dominam a esfera pública (o que faz sentido, afinal os que acreditam que cada inivíduo deve cuidar da sua vida estão cuidando da sua vida, enquanto os que querem impor suas ideias estão igualmente trabalhando para isso) e as leis que criminalizam a discriminação se multiplicam. Raça, sexo, preferência sexual, e agora até ter ou não uma doença, todos já têm suas leis ou projetos.

A desculpa é que discriminar com base nesses critérios seria injusto. Ao contratar um funcionário, o empresário vai sempre precisar discriminar, um candidato agrada mais que outro, uma escolha tem que ser feita. Afirmar que um empresário deixa de contratar um negro, homosexual ou doente, apenas por ser/estar assim, é chamar o empresário de idiota. É dizer que ele prefere contratar um funcionário pior por um critértio irracional. O mercado tem uma solução pra isso: se o empresário fizer disso uma prática, o concorrente vai contratar o funcionário melhor, vai ter um produto ou serviço melhor e ele vai quebrar. A lei só faz diferença quando a discriminação não era injusta.

O problema desse tipo de lei é que ele transforma os 'protegidos' numa casta superior, uma criança mimada que não pode ser contrariada que sai gritando 'discriminação!', 'cadeia!'. Todos os outros se transformam em reféns da sua vontade com medo de serem acusados do crime de discriminação. Os incompetentes são os grandes beneficiados por esse tipo de lei, os competentes têm sua competência a mostrar e não precisam ser protegidos, os incompetentes têm apenas a cor da pele, a declaração de preferência sexual ou o atestado médico.

5 comentários:

Roberto Cavalcanti disse...

Concordo plenamente. Como acentuei aqui no meu blog, os homossexuais persistem logrando privilégios odiosos por parte da elite política desse país. Por que um doente de câncer não tem o mesmo benefício de não poder ser injustamente discriminado? Por que geralmente ele é heterossexual? Geralmente não são os heterossexuais que procuram o câncer ou diabetes. São doenças em regra involuntárias, ao contrário de grande fração dos casos de AIDS. Logicamente, há pessoas que pegam AIDS involuntariamente, como é o caso das mulheres de bissexuais. Homossexuais em geral assumem o risco de se contaminarem. É um risco desejado, fruto da irresponsabilidade e maldade intrínsecas ao comportamento homossexual. Então entre um doente de AIDS e um doente de câncer, o aidético deverá ter prioridade de atendimento? Quer dizer, homofobia não pode, mas heterofobia é totalmente permissível. Absurdo dos absurdos! Os legisladores fazem desse país um país cada vez pior de se viver!

Anónimo disse...

q texto fodastico. parabens

Bito Cabrito disse...

tb achei excelente esse seu texto, infelizmente os gays estão no poder e em breve serão a regra na sociedade se já não são

Anónimo disse...

Excelente texto - exatamente aquelas definições e fundamentos que se encontram de forma desordenada em nossa mente mas que nunca "temos tempo" para fazê-lo - obrigado.

Bianca disse...

https://youtu.be/ge4qexuKWIY
Vídeo sobre os livros comunistas que estão sendo ensinados nas escolas