Forbes inclui Fidel entre líderes mais ricos do mundo
A revista financeira americana Forbes avaliou a fortuna pessoal do líder cubano Fidel Castro em US$ 150 milhões (cerca de R$ 450 milhões) em sua edição anual das pessoas mais ricas do mundo. A Forbes classificou Fidel na categoria Líderes e Realezas, atrás de personalidades como o líder palestino Yasser Arafat, com US$ 200 milhões.
...e viva a distribuição de riquezas!
sexta-feira, fevereiro 27, 2004
Postado por Giovani MacDonald às 7:40 p.m. 0 comentários
Retração da economia não desanima Lula: "vamos crescer muito mais".
Ahn?! Crescer mais pra baixo?
Postado por Giovani MacDonald às 7:36 p.m. 0 comentários
Não é difícil se assustar com a carga ideológica presente nos jornais - menos pela ausencia anterior e mais pela pela falta de sutileza atual, sempre pendendo pro lado de lá, é claro - mas depois de ver uma coisa dessas na parte de "humor" é facil perceber que quem pensa que esse país não tem mais pra onde descer ainda não viu nada:
Uma das maiores vitórias do esquerdistas seria conseguir transformar "liberdade" em um palavrão, como fizeram com "capitalismo". Ainda bem que esse dia ainda parece estar longe apesar do esforço...
Postado por Giovani MacDonald às 12:26 a.m. 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 26, 2004
No "caso Waldomiro Diniz" um detalhe que me chamou a atenção - além do tamanho da cobertura do caso, bem maior do que eu esperava - foi que sempre que se referem a quem está na fita, falam do "bicheiro Carlinhos Cachoeira". Assim pode-se concluir que o imaculado integrante do partido foi corrompido pelo empresário criminoso, invertendo só um pouquinho a situação mostrada pela fita.
Bicheiro pra lá, bicheiro pra cá mas espere um pouco. Ser bicheiro não é ilegal? Então se ele é um bicheiro deveria estar preso, se não está é porque não é, ou pelo menos ninguém conseguiu provar que é, até porque "todos são inocentes até que se prove o contrario". Não sou nenhum especialista em direito, mas acho que essa situação se encaixa perfeitamente na definição do crime de calúnia. Até fui atras dela no Codigo Penal:
Art. 138. Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime.
Pena - detenção, de 6 meses a 2 anos e multa.
Mas quem se importa, isso é apenas um detalhe...
Postado por Giovani MacDonald às 2:57 p.m. 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 19, 2004
Falando em indio, uma pergunta que sempre me faço é: "O que é ser indio?"
Pra mim, indio que usa calção da Adidas vermelho com listra branca não é indio, indio usa tanga (quando muito). Indio que sequestra funcionario da FUNAI pra exigir posto de saúde na tribo não é indio, indio vai atras do pajé.
A desculpa utilizada pelos "defensores dos indios" é sempre a de "preservar a cultura", eu me pergunto de novo: "Qual a vantagem de preservar uma 'cultura' pré-historica?". Além do mais, os índios querem preservar sua cultura? Eles querem continuar vivendo como viviam, mesmo sabendo dos avanços tecnologicos da civilização?
O que parece é que eles querem é se aproveitar dos avanços mas sem ter as obrigações de se viver na sociedade. Para isso eles ficam fazendo de conta que são indios, cantando umas musiquinhas e pintando a cara com tinta guache, enquanto exigem sementes, remedios e, como eu assisti esses dias em um protesto, vagas na universidade. Quem precisa de um diploma pra viver no meio do mato?
Postado por Giovani MacDonald às 3:09 p.m. 0 comentários
terça-feira, fevereiro 17, 2004
Indios que roubaram animais impediram os donos de levarem os animais de volta para casa, os dois grupos entraram em conflito, um indio levou um tiro de um dos capatazes e uma mulher de 68 anos foi atingida com um golpe de facão por um dos indios. A Polícia Federal fez a reconstituição da cena do tiro que atingiu o indio. O atirador branco ainda não foi identificado e a arma do crime desapareceu, conforme informações da Polícia Civil.
Facão? Que facão?
Postado por Giovani MacDonald às 10:24 p.m. 0 comentários
Falando em "As Seis Lições", não esqueçam de participar do Prêmio Donald Stewart Jr, que dará 3 bolsas de estudo para o Summer Seminar da Foundation for Economic Education – FEE, em Irvington-on-Hudson, Nova York. Para participar basta fazer um ensaio sobre "as aplicações para o Brasil do livro 'As Seis Lições'". Aplicações não faltam...
Postado por Giovani MacDonald às 9:30 p.m. 0 comentários
É triste ler uma besteira dessas:
Entretanto, a prosa fácil de Mises pode levar o leitor a esquecer dos males causados pelo liberalismo em excesso, tais como a formação de trustes, cartéis, oligopólios e dumpings.
Nisso que dá colocar gente que não sabe absolutamente nada do que está falando - e que para escrever uma bobagem desse tamanho não leu o livro - para "resenhar" livros...
Não preciso explicar que todos os "males causados pelo excesso de liberalismo" citados tem ligação direta com a intervenção do Leviatã na economia, ou seja, exatamente o contrario do liberalismo de Mises. Nesse mesmo livro Mises explica que não existe um meio termo, ou seja, não existe "excesso de liberalismo".
Postado por Giovani MacDonald às 3:33 a.m. 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 12, 2004
Hoje passando pelos canais, parei na GloboNews durante os comerciais, que como na maioria dos canais de TV a cabo são do proprio canal. O primeiro, que mais parecia propaganda do projeto do governo, dizia: "Assista a seguir, no Espaço Aberto, como o Projeto de Parceria Publico-Privada vai ajudar o Brasi". Logo a seguir é anunciada a entrevista com uma "celebridade": "O homem que é da paz mas que nunca fugiu a luta, principalmente social: Frei Betto". E por fim, a nova paixão nacional: "Veja no Sem Fronteiras o que Bush e Blair, envolvidos numa rede de mentiras para justificar a guerra, estão fazendo para tentar recuperar a credibilidade".
Todas com palavras muito bem escolhidas. Eu gostaria de ter sido avisado que a GloboNews virou canal oficial do governo...
Cheguei a esperar pra começar a assistir o tal "Espaço Aberto", programa que pelo que eu entendi, deveria ser algo como um debate - com um mediador/entrevistador, um "a favor" e um "contra". Mas como bom debate brasileiro, tinha dois do mesmo lado, e o "mediador" tentando empurra-los mais ainda para esse lado.
Só que logo no inicio do programa uma frase me doeu os ouvidos: "O projeto visa unir a eficiencia do Estado com a eficiencia da iniciativa privada". Depois dessa eu fui obrigado a mudar de canal. Prefiro assistir a alguma coisa da minha dimensão, onde Estado e eficiência são antíteses...
Postado por Giovani MacDonald às 4:01 p.m. 0 comentários
terça-feira, fevereiro 03, 2004
Essa "Reforma do Judiciário" tem o mesmo mal cheiro do tal "Pacto Social", tanto falado no inicio do mandato. Até as palavras usadas são praticamente as mesmas. O "pacto social" criaria um "conselho" composto de "representantes de várias áreas da sociedade" - todos eles indicados pelo governo, é claro - que aprovaria, ou não, os projetos de lei antes de serem colocados em votação. Agora ouço de novo as mesmas palavras saindo da boca do presidente: Um "conselho", formado por "representantes de várias áreas da sociedade", para que se tenha um "controle externo" do judiciário.
Ao mesmo tempo, ou um pouco antes até, várias "operações anaconda" aparecem para desenterrar os podres do judiciário e mostrar a todos como os juízes são corruptos, e precisam ser "controlados externamente". Já reclamei aqui do "timing" do governo, agora tenho que dar o braço a torcer e dizer que dessa vez foi praticamente perfeito.
Conselhos formados por pessoas indicadas pelo partido que controlam todos os poderes. Isso fede.
p.s. - Acho que gastei todas as aspas do teclado...
Postado por Giovani MacDonald às 2:09 a.m. 0 comentários
Como ando meio sem inspiração para escrever vou transformar a resposta a um comentário em um post, até porque a resposta ficou meio grande. O comentário é do nosso colega Vladmir, no post sobre a agressão, pelos sem-terra, de um pai que tentava levar o filho ao hospital, que me cobra a mesma "indignação" em duas situações diferentes.
Primeiro no caso em que "jagunços a mando de donos de terra assassinaram os delegados do ministério do trabalho em Unaí" (palavras dele). Antes de qualquer coisa eu gostaria de entender com base em que ele fez essa afirmação. Como ele sabe disso? Só consigo imaginar duas hipóteses: A primeira que ele estava lá, e supondo que - como foi noticiado - não houve testemunhas, no local e hora do crime só haviam assassinos e assassinados, para ele estar escrevendo um comentário aqui ele deve ser um dos assassinos. A segunda é que ele é onisciente, e portanto, Deus. O que tenho uma certa relutância em acreditar.
A polícia está trabalhando com a hipótese de latrocínio, até porque um dos assassinados conseguiu dirigir por alguns quilômetros e relatar que foi anunciado o assalto, antes de morrer. É claro que a hipótese de "execução" não pode ser descartada, e até acredito que tenha grande chance de se provar verdadeira, mas antes de concluída a investigação - e quem sabe depois - a única maneira que vejo de se fazer uma afirmação dessas é se enquadrando em uma das duas hipóteses que coloquei anteriormente, e a primeira hipótese ainda fica meio em duvida, já que se provado que foi realmente uma execução, até mesmo uma pessoa que estava lá - um dos assassinados - não sabia.
Mas eu suspeito que se perguntar ao nosso colega como ele sabe, a resposta vai ser algo como "Está na cara, todo mundo sabe". É interessante como o senso comum é utilizado para justificar o próprio senso comum. A realidade? Quem se importa com esse instrumento de dominação burguesa...
Também é interessante nesse caso notar que ele sempre vem acompanhado da expressão "trabalho escravo". Pelo menos no dia do crime, a versão do Ministério do Trabalho era que os fiscais estavam investigando contratações temporárias de trabalhadores durante a época de colheita do feijão se não me engano, que muitas vezes eram feitas "irregularmente", ou seja, sem pagar os encargos trabalhistas. Claro que isso não causa "indignação", se assim dito, já que todo mundo sabe que se for para seguir à risca a aberração que é a legislação trabalhista brasileira acabam todos desempregados. Falar "trabalho escravo" causa muito mais impacto, com a vantagem de se poder colocar logo em seguida uma reportagem sobre investigações de "trabalho escravo" em fazendas de algum político da oposição...
A segunda cobrança é de "2000 trabalhadores rurais sem terra [que] foram asassinados, sem contar os sindicalistas rurais, os repórteres que investigam alguma coisa, o pessoal da CPT, e militantes envolvidos na questão agrária". Não posso falar muito desse numero tirado da cartola (se você citar a CPT como fonte eu paro por aqui...). Não acredito no número, pela simples falta de fonte, mas mesmo que houvesse uma fonte eu duvidaria que todos eles foram "assassinatos", pelo menos até que, de alguma maneira se conseguisse provar, caso a caso, isso e por fim eu duvidaria que todos têm alguma relação com fazendeiros, até que ficasse provado o contrario, caso a caso obviamente.
Mas mesmo que tudo isso se provasse verdade, têm que ser descontados os casos em que as mortes foram de invasores e aconteceram dentro das propriedades dos fazendeiros, que têm, ou pelo menos deveriam ter, o direito de defender a sua propriedade.
Nos casos restantes, em que os assassinatos foram fruto do puro sadismo e sede de sangue burguesa dos latifundiários, se você me mostrar a imagem do assassinato acontecendo eu ficarei indignado sim. Só ouvindo você falar fica difícil, infelizmente me acostumei a não acreditar em tudo que ouço.
No proprio caso do espancamento do pobre pai, se eu fosse acreditar no que estava sendo falado ao invés de acreditar no que estava vendo, acreditaria que ele "tentou furar o bloqueio", coisa que a imagem que estava sendo mostrada naquele exato momento - do pai sendo espancado, a pé - desmentia, e nem precisaria desmentir, basta perceber que se a intenção fosse furar o bloqueio ele não desceria do carro para tentar convencer os baderneiros a deixa-los passar. Furar o bloqueio seria uma atitude louvavel, apesar de na maioria das vezes não ser muito inteligente, principalmente quando lidando com baderneiros que não tem nada a perder, mas nem isso ele tentou e ainda assim tentaram colocar a culpa nele por ter sido espancado.
Postado por Giovani MacDonald às 1:16 a.m. 0 comentários
sexta-feira, janeiro 30, 2004
Cheguei a duvidar da fama de bons negociantes dos judeus com essa "troca de prisioneiros" - o que não é descrição muito acurada da situação, já que foi uma troca de prisioneiros por um sequestrado e 3 corpos - de soldados que foram feitos prisioneiros, mas receberam um tratamento um pouco diferente dos inimigos quando capturados - mas depois pensando bem, entendo perfeitamente a razão.
Ela está na economia, não lembro exatamente onde li esse conceito, mas se não me engano foi em alguma coisa do Mises. O "valor" de algum "objeto" a ser trocado é sempre definido por quem deseja este objeto, ou seja, quem define o preço é o comprador, e não - como muitos querem pensar - o vendedor. O vendedor estipula um preço que ele acha que o comprador está disposto a pagar, o comprador só compra o produto se estiver realmente disposto a pagar esse preço, se não estiver, pode optar por outro produto ou outro vendedor, ou simplesmente por não comprar.
Nesse caso, tenho quase certeza que durante a negociação de "quantos libaneses valem um israelense", esse numero deve ter variado bastante. Mas ele dá uma boa ideia do valor que cada um dos dois lados está disposto a "pagar" pelo bem estar dos seus...
Mas depois de ler outra noticia voltei a achar que no final das contas os israelenses sairam perdendo, não por essa troca em especial - que só aconteceu, como qualquer troca, porque os dois lados acharam que sairam ganhando - mas porque agora que o Hezbollah percebeu que sequestrar israelenses é um bom negocio, já anunciou que não descarta novos sequestros...
Postado por Giovani MacDonald às 2:34 a.m. 0 comentários
Uma das coisas que me chamou a atenção no caso do passageiro que jogou um copo d'água em um bebê dentro do avião, é o fato de não mencionarem se ele jogou o copo com a água, ou se jogou só a água. Na pratica quase não existe diferença, já que das duas maneiras não deixa de ser uma agressão, a diferença maior esta na imaginação das pessoas que ouvem a notícia.
No caso de o homem ter jogado só a água, a primeira coisa que vem à cabeça é a imagem de pessoas numa piscina, brincando de jogar água uma na outra. Uma imagem dessas não sensibiliza as pessoas, já que fica parecendo uma coisa banal. Agora, deixando a duvida se o copo foi junto ou não, fica a margem para imaginar um copo de vidro, ou quem sabe um caneco de porcelana daqueles da Oktoberfest, voando e esmagando o crânio da pobre criança, isso sim deixa as pessoas horrorizadas! O que não era necessário, hoje em dia no Brasil essa reação já seria obtida simplesmente dizendo que o passageiro era - tirem as crianças da sala pois vou falar um palavrão - americano!
Postado por Giovani MacDonald às 1:53 a.m. 0 comentários
quinta-feira, janeiro 29, 2004
Não costumo ficar indignado, muito menos costumo usar essa palavra - tenho uma estranha aversão a ela - mas não consigo encontrar outra palavra para descrever minha reação ao ver na TV um homem sendo covardemente espancado com pedaços de pau por mais ou menos uns dez integrantes do MST. O erro cometido pelo homem? Descer do carro para implorar aos "manifestantes", que estavam bloqueando uma estrada, que o deixassem passar pois estava levando uma criança doente no carro, em direção ao hospital.
Qualquer que seja a causa, nada justifica a interdição de uma estrada. A policia nesses casos deveria agir de forma decisiva. Até faço uma sugestão: Criem um cronograma. Primeiro se tenta negociar, se depois de um tempo predeterminado não houver avanço, usa-se a força, e se houver resistência à força comedida - leia-se cassetetes - usa-se a força que for necessária para defender o direito de todas as outras pessoas de usar a estrada. Força letal? Isso depende de até que ponto os baderneiros estão dispostos a continuar desrespeitando o direito das outras pessoas.
Não estou falando de algo como o chamado "massacre dos Carajás", nome que deveria soar ridículo para qualquer um que viu as imagens do tal "massacre" e viu centenas de pessoas, armadas de foices, facões, enxadas e pedras - depois ficou comprovado que os sem terra chegaram a disparar armas de fogo, mas eu não acho que isso faça alguma diferença, estavam armados e avançando em direção aos policiais, não interessa o tipo de arma, a polícia não está lá para "brigar de igual para igual", está lá para se impor - indo para cima dos policiais, que reagiram. Falo de a polícia tomar iniciativa, fazer o seu serviço que é manter a ordem. A força necessária para se manter a ordem é diretamente proporcional à vontade dos baderneiros de perturba-la.
p.s. - A principio não sabia a relação entre o homem e a criança, pois assisti a essa notícia no Jornal Nacional, que não quis se aprofundar muito no assunto - até imagino porque, depois n'O Globo , em uma nota de 2 linhas, fiquei sabendo que eram pai e filho. Na Folha e no Estadão não encontrei nada, procurei também em alguns jornais do Mato Grosso - onde ocorreu o episódio, na tentativa de encontrar uma foto para enfeitar o post - mas também não encontrei nada. Por que será?
Postado por Giovani MacDonald às 10:15 p.m. 0 comentários
O Individuo está de volta!
Acho que este meu blog se encaixa perfeitamente na descrição de Felipe Ortiz: Mais um admirador tentando imitar o estilo e a temática d'O Individuo. A falta de talento atrapalha, mas fazer o que? É o único lugar que tenho para dizer o que familia e amigos não aguentam mais me ouvir falando...
Postado por Giovani MacDonald às 3:16 a.m. 0 comentários
quarta-feira, janeiro 28, 2004
MR8 negociou petróleo de Saddam Hussein
Movimento político de esquerda brasileiro MR8 e o agente de viagens brasileiro Fouad Sarhan aparecem em uma lista de 200 "personalidades" que teriam recebido petróleo do governo de Saddam Hussein publicada no domingo pelo jornal iraquiano "Al Mada".
As vezes as teorias de conspiração começam a parecer não tão malucas assim...
Postado por Giovani MacDonald às 2:24 a.m. 0 comentários
Índia, Brasil, Rússia e China vão reescrever geografia
Dá até um frio na espinha ouvir uma coisa dessas...
Postado por Giovani MacDonald às 2:20 a.m. 0 comentários
Dirceu diz que cargos sem concursos vão reestruturar Estado.
O ministro da Casa Civil, José Dirceu disse hoje que a decisão do governo de contratar mais de 3 mil pessoas sem concurso público é uma medida "necessária para a reestruturação e a modernização da máquina administrativa".
Imagino o tipo de "reestruturação" desejado pelo ministro. Alguém falou em "ocupação de espaços"?
Desemprego no Brasil só pra quem não for do Partidão...
Postado por Giovani MacDonald às 2:02 a.m. 0 comentários
quarta-feira, janeiro 21, 2004
Comentário de James Taranto sobre o "fichamento" de americanos:
We suspect the result will be less U.S. tourism to Brazil -- not because fingerprints and photographs are really a major indignity, but because no one will want to spend time and money in a country populated by jerks like Julier Sebastiao da Silva.
E logo em seguida um link para um blog que vai um pouco mais longe na critica ao juiz:
I guess this incident proves that stupid Nazi analogies aren't limited to the radical leftists in this country, but one would think that government officials from Nazi-sheltering countries might be a little hesitant to toss those stones. In the case of the ridiculous Judge de Silva, one would be wrong.
Postado por Giovani MacDonald às 2:49 p.m. 0 comentários
terça-feira, janeiro 20, 2004
Acho que uma das maiores caracteristicas dos jornais brasileiros é ter manchetes que contrariam o texto da notícia. Aqui um exemplo de manchete que é desmentida já no primeiro parágrafo do texto:
Xiitas fazem novo protesto em Bagdá para exigir eleições
Facções xiitas se manifestaram pelo segundo dia consecutivo em Bagdá, mas se a marcha de ontem fora convocada para pedir a realização de eleições diretas, a desta terça-feira foi para exigir a execução de Saddam Hussein...
Alguns até acham que isso é feito propositalmente, para fazer com que os menos atentos, mesmo que leiam a noticia inteira, acabem guardando apenas a manchete, que depois de repetida varias vezes acaba virando "verdade". Eu não. Acho que os "jornalistas" simplesmente vivem num mundo tão distante do mundo real que acabam nem percebendo contradição alguma. A verdade e a realidade são simplesmente ignoradas. Afinal, não passam criações burguesas...
Postado por Giovani MacDonald às 10:31 p.m. 0 comentários
Até onde chega a vontade dos iluminados integrantes da máquina estatal de proibir tudo que a criatividade permitir, mesmo que a proibição não tenha efeito absolutamente nenhum:
Brasil proíbe aves de países com 'gripe do frango'. Proibição atinge Coréia do Sul, Japão e Vietnã, países que não vendem produtos avícolas ao Brasil.
Enquanto isso o exército russo se ocupa com uma tarefa muito mais útil:
Depois de quase uma semana de esforços, mergulhadores do Exército russo conseguiram salvar a carga de dez toneladas de cerveja de um caminhão, que caiu sob o gelo no rio Irtysh, na Sibéria.
Postado por Giovani MacDonald às 10:02 p.m. 0 comentários
As vezes não acredito no que leio:
De acordo com o texto do projeto de lei, o governo pretende oferecer incentivos, financeiros e técnicos, para as universidades que optarem pelo sistema de cotas. Na questão técnica, a vantagem para a escola que estabelecer o regime de cotas poderá ser o de melhoria da sua qualificação no ranking das escolas de educação superior.
Quer dizer que o "incentivo técnico" é melhorar a qualificação no "ranking técnico" sem mudar "tecnicamente" nada? Por favor me digam que isso é uma piada...
Postado por Giovani MacDonald às 9:27 p.m. 0 comentários
segunda-feira, janeiro 19, 2004
Chega a ser patética a insistencia dos membros do chamado "alto escalão" do governo em afirmar que "quem manda é o presidente", antes de qualquer insinuação do contrario. Parece até aquela criança que, logo que a mãe chega em casa, se acusa: "não fui eu que quebrei o vaso", antes mesmo de a mãe perceber que o vaso está quebrado...
Postado por Giovani MacDonald às 1:50 a.m. 0 comentários
sexta-feira, janeiro 16, 2004
Troquei o sistema de comentários. Cansei de ficar perdendo comentarios, alguns não vão fazer falta alguma, já outros eram mais interessantes que o blog. Agora espero que agora isso termine...
Postado por Giovani MacDonald às 4:11 p.m. 0 comentários
quinta-feira, janeiro 15, 2004
Não sei o que é mais ridículo, se a tentativa do Crustáceo de trocar a identificação de americanos aqui, uma criancice imbecil sem utilidade absolutamente nenhuma, pela identificação de brasileiros lá, uma medida planejada com meses de antecedência e com objetivos bem definidos, como se fossem equivalentes ou se a pretensão de propor o fim da obrigatoriedade de visto para os brasileiros que querem entrar nos EUA, medida que faria com que as empresas aéreas tivessem que agendar dezenas, quem sabe centenas, de vôos extras para a terra do tio Sam, e nenhum de volta, exatamente em um momento em que um pacote de medidas - do qual a identificação de visitantes também faz parte - contra a imigração ilegal está sendo colocado em prática.
Isso, ao lado da infeliz visita ao Oriente Médio, dá uma boa ideia de como anda o "timing" nas profundezas...
Postado por Giovani MacDonald às 1:47 a.m. 0 comentários
segunda-feira, janeiro 12, 2004
Hoje assisti a uma entrevista com uma tal Jacqueline Rose, psicanalista, que expôs uma teoria inovadora: A guerra no Iraque teve ligação com o 11 de setembro.
É triste ver alguém tendo que explicar isso...
Postado por Giovani MacDonald às 11:19 p.m. 0 comentários
Acho que sou um mutante, com o poder de emitir pulsos eletromagneticos que inutilizam aparelhos eletro-eletronicos que estão ao meu redor.
Alguém sabe me dizer onde fica a escola do Professor Xavier para que eu possa aprender a controlar meu poder e parar de estragar tudo?
Postado por Giovani MacDonald às 11:19 p.m. 0 comentários
sábado, janeiro 10, 2004
sexta-feira, janeiro 09, 2004
Um exemplo de regulamentação estatal que tem o efeito contrario ao desejado:
Alguem, que provavelmente não tinha nada pra fazer, um dia resolveu que o pinheiro araucaria estava em perigo de extinção (essa conclusão deve parecer estranha para quaquer um que tenha passado pelo interior de Santa Catarina e Paraná, mas já é tarde para entrar nessa discusão, onde o senso comum já tem o pinheiro como praticamente extinto).
O Estado, muito solícito, não demorou a se oferecer para "regular": Proibiu o corte assim como o transporte e a comecialização do pinheiro. Não em escala, mas de qualquer unidade da arvore.
Então agora, se você tem em sua propriedade um pinheiro em um lugar que esteja atrapalhando o seu projeto para a propriedade, você simplesmente não pode corta-lo. Sendo assim, ninguém mais quer uma araucária, já que se um dia precisar do espaço não poderá usa-lo. Se um colono vê uma muda de araucaria nascendo "espontaneamente" em sua propriedade, trata de arranca-la para não ter incomodação quando essa muda virar uma arvore...
Postado por Giovani MacDonald às 10:40 a.m. 0 comentários
quarta-feira, janeiro 07, 2004
Os americanos começaram a identificar os turistas que chegam em seu território. Como todo processo burocrático, exige tempo, dinheiro e pessoal. Mas como alguns acreditam que isso pode diminuir o risco de um atentado terrorista eles resolveram arcar com prejuízo.
Outros defendem que o preço a se pagar, tanto em dinheiro quanto em diminuição de liberdades, é desproporcional ao benefício que essa medida pode trazer. Argumento que é sempre rechaçado com o velho "se isso salvar apenas uma vida, já valeu o preço".
O Brasil, sendo o país com dinheiro sobrando que é, pode, sem nem precisar fazer esse balanço entre custo e benefício, gastar a vontade com a identificação. Como tem um índice de criminalidade baixíssimo, pode deixar vários policiais federais nos aeroportos fazendo a identificação dos perigosíssimos velhinhos de cabelos brancos a procura de algumas mulatas. E como também tem uma justiça eficiente, pode deixar juízes, que certamente já deram cabo de todos seus processos pendentes, com tempo livre para ficarem preocupados com a "reciprocidade diplomática"...
Postado por Giovani MacDonald às 1:41 a.m. 0 comentários
De volta depois de um tempinho parado. Não, não saí de ferias, e também não foi falta do que escrever, mas eu simplesmente não estava com vontade. Sem vontade de ler e de escrever, até porque sem ler fica mais difícil escrever. Bom, não acredito que a vontade volte toda de uma vez, mas com o tempo voltamos ao "normal", se é que existe um...
Postado por Giovani MacDonald às 1:36 a.m. 0 comentários
quinta-feira, dezembro 18, 2003
Eu já deveria ter me acostumado mas não consigo, até porque em um país batizado em homenagem a uma madeira, a cara-de-pau é praticamente um símbolo nacional.
Hoje presidente (outra coisa com a qual ainda não me acostumei e nem acho que vou conseguir é ouvir o jornal anunciando "Hoje o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva...") fez um discurso falando do balanço do ano. No discurso ele se gabou de ter conseguido, em apenas 7 meses, fazer as reformas da previdência e tributaria, reformas essas que outros governos tentaram e não conseguiram.
Espere aí, o maior - senão o único - entrave à realização das reformas era exatamente o PT. É realmente uma façanha fazer uma coisa que anteriormente era você o único motivo da não realização...
Postado por Giovani MacDonald às 3:23 p.m. 0 comentários
Imagine que você seja obrigado a instalar (pelo Estado é claro, quem mais?) um sistema de ignição com um bafometro no seu carro, no qual você deve soprar e seu carro só vai funcionar se você não tiver bebido.
Claro que isso não sai de graça, você paga a instalação e uma "mensalidade", em torno de US$60, referente ao monitoramento e à calibragem.
Isso já existe, por enquanto só para pessoas condenadas mais de uma vez por dirigirem alcoolizadas, mas com certeza não vai demorar para aparecer algum "bom samaritano" propondo que isso seja exigido para todos.
É o controle estatal levado a outro patamar...
Postado por Giovani MacDonald às 3:48 a.m. 0 comentários
Malásia quer promover 'harmonia racial' com circuncisão em massa
Se eu tivesse recebido essa notícia por e-mail, ao invés de ler na pagina do proprio jornal eu teria certeza que é uma "obra" da CNN - Cocadaboa News Network
Postado por Giovani MacDonald às 3:31 a.m. 0 comentários
quarta-feira, dezembro 17, 2003
Câmara vai retirar vidros que separam galeria dos deputados
Assim os baderneiros - que convenientemente nunca fazem parte de movimento nem de partido nenhum, apesar estarem sempre acompanhando suas causas - poderão expressar suas opiniões, atrapalhando as votações com muito barulho, atirando objetos nos deputados ou qualquer outra maneira.
Viva a democracia!
Não que isso não tenha um lado positivo, atrapalhar a criação de novas leis é sempre um bom negócio. O problema é que a baderna é invariavelmente seletiva, com as boinas e camisas e bandeiras vermelhas de sempre...
Postado por Giovani MacDonald às 10:23 p.m. 0 comentários
"Databate server was offline for a rebuild all day. Some data has been lost. I want to apologize for the inconvenience."
Pelo jeito esse "some" inclui todos os comentários antigos desse blog. Bom, é de graça, não posso reclamar muito...
Postado por Giovani MacDonald às 3:21 p.m. 0 comentários
quarta-feira, dezembro 10, 2003
Senado aprova o Estatuto do Desarmamento
Tudo que foi rejeitado na primeira tentativa voltou para a pauta e pelo jeito vai acabar sendo aprovado. A velha tática de vencer pelo cansaço.
A discussão sobre o assunto nunca teve a seriedade nem a cobertura necessárias, agora que a discussão é mais tímida ainda, se é que isso é possível, parece ter ficado bem mais fácil.
Postado por Giovani MacDonald às 3:39 a.m. 0 comentários
Semana passada aconteceu a eleição para reitor da minha universidade. Como em toda eleição no Brasil, e provavelmente no mundo, descambou para a baixaria. Candidatos arrancando cartazes dos oponentes e as acusações de sempre.
Dentre as acusações uma me chamou a atenção: vinda de um integrante da chapa de "oposição", que dizem ter ligações com a CUT e com o PT, acusava o candidato a reitor pela chapa da "situação" de ter "formação incompleta".
Sei que o candidato (agora eleito) da "situação" é professor do curso de Medicina, agora, que diabos seria uma "formação completa"? Será que alguém no mundo pode dizer que sua formação está completa? Que não tem mais nada a aprender?
O mais engraçado é ver gente que acha que um curso técnico do SENAI é o suficiente para administrar o país cobrando doutorados ou sei lá o que para administrar uma universidade.
Eu não ia votar, mas acabei deixando a emoção me levar e votei. O discurso de "vote em nós porque somos oposição", que é tão eficiente no meio acadêmico, me irrita tanto que acabei votando na chapa da situação, só de birra...
Postado por Giovani MacDonald às 3:17 a.m. 0 comentários
quarta-feira, dezembro 03, 2003
Morre sobrinho de ruralista baleado por sem-terra em Goiás
Polícia entra em confronto com ruralistas no RS
...e piorando...
Postado por Giovani MacDonald às 11:10 p.m. 0 comentários